Hello everybody!!
Nas aulas de Inglês, estamos prestes a terminar o tema do Corpo Humano (Body) e, por isso, fizemos o jogo da memória com as partes do corpo que aprendemos (Head, Arms, Fingers, Tummy, Legs, Feet).
Cada menino tinha de virar dois cartões e dizer a palavra em inglês. Se os cartões fossem diferentes, tinha de voltá-los outra vez, se descobrisse dois cartões iguais, ficava com eles.
O menino que conseguisse fazer mais pares, ganhava o jogo.
Foi muito divertido.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
a lenda da boca do inferno
O nosso projeto institucional que está a ser desenvolvido em todas as valências está diretamente relacionado com esta comemoração...chamamos-lhe Cascais...um mar de IDEIAS
na semana passada visitámos com um grupo de 25 meninos a FORTALEZA DE NªSENHORA DA LUZ e com esta visita aguçamos o desejo de conhecer mais acerca de Cascais e da sua historia.
na fortaleza contaram-nos algumas lendas e a Cristina propõs que procurassemos lendas de Cascais.
já todos conhecem a lenda da boca do inferno?
nós fomos à procura desta lenda e estamos a contruir o livro com o reconto e umas bonitas ilustrações.
deixamos aqui a lenda para que todos a possam conhecer e quem sabe ir visitar este lugar num destes fins de semana...
lenda da boca do inferno
ele
era assustador, os seus olhos, a sua boca…era muito feio.
o
homem levava os dias a fazer magia e um dia decidiu encontrar uma menina para
casar, já estava na hora.
Viu
no seu cristal qual era a menina mais bonita e mandou os seus cavaleiros irem busca-la.
Quando a trouxeram, ele ficou espantado, a menina era mesmo muito bonita..JPG)
como
não queria que ninguém a visse, escondeu-a e trancou-a no alto da torre. Pôs à
porta da torre um guardião, o seu cavaleiro mais fiel em quem ele confiava
mais.
O
tempo foi passando e o guardião queria saber como é que é que a menina passava
os seus dias, porque só via o sol e as marés. Um dia decidiu fazer aquilo que
ele não podia, pegou na chave e subiu à torre. Abriu a porta, subiu as escadas
e quando abriu a ultima porta… viu a menina apaixonou-se por ela..JPG)
Combinaram
fugir no seu cavalo branco.
Mas
o feiticeiro sabia de tudo, ele via tudo no cristal e quando o guardião e a
menina cavalgavam nos rochedos o feiticeiro fez aparecer uma tempestade que
abriu um buraco, uma boca enorme que engoliu o guardião e a sua amada. Nunca
mais ninguém os viu. E a boca não voltou a fechar, as pessoas passaram a chamar
a este sitio o BOCA DO INFERNO.
reconto feito pela Margarida Bernardo, Rodrigo Santos e Tiago Penedo
sábado, 25 de janeiro de 2014
projetos a decorrer...
estamos envovidos em vários projetos:
- animais que pôem ovos (ovíparos) e animais que não pôem ovos (viviparos)
- A Guiné
- porque é que o mar anda tão agitado?
- o tubarão-raposo e o tubarão-touro
Pais...estão desde já convocados a participar nos projetos em que sintam que podem colaborar...a vossa ajuda é muito importante para nós. se não conseguirem vir à nossa escola, podem enviar pesquisas, livros, filmes, musicas, etc.
a auto-avaliação, aquilo que já somos capazes, o que temos de aprender, o que eu quero aprender...
fizemos individualmente o levantamento daquilo que cada um já sabe fazer.
depois em grupo conversámos sobre o que temos de aprender e chegámos a alguns "saberes" (competências). Construimos um mapa para registar aquilo que já sabemos ou aprendemos.
Mas como é que sabemos que realmente sabemos fazer estas coisas todas???
voltámos a reunir e aí combinámos que íamos registar para ver aquilo que já somos capazes, a partir das competências que enumerámos como sendo as que temos de saber/saber fazer.
- saber fazer e registar conjuntos
- saber ordenar
- escrever o nome
- fazer rimas
mais informação acerca da avaliação...
Nos termos das Orientações Curriculares
para a Educação Pré-Escolar (Despacho
n.º 5220/97, de 4 de Agosto), “avaliar o processo e os efeitos, implica tomar
consciência da acção para adequar o processo educativo às necessidades das
crianças e do grupo e à sua evolução. A avaliação realizada com as crianças é
uma actividade educativa, constituindo também uma base de avaliação para o
educador. A sua reflexão, a partir dos efeitos que vai observando,
possibilita-lhe estabelecer a progressão das aprendizagens a desenvolver com
cada criança. Neste sentido, a avaliação é suporte do planeamento” (v. p. 27).
A avaliação na Educação Pré-Escolar assume uma dimensão
marcadamente formativa, pois trata-se, essencialmente, de um processo contínuo
e interpretativo que se interessa mais pelos processos do que pelos resultados
e procura tornar a criança protagonista da sua aprendizagem, de modo a que vá
tomando consciência do que já conseguiu e das dificuldades que vai tendo e como
as vai ultrapassando. A Educação Pré-Escolar é perspetivada no sentido da
educação ao longo da vida, assegurando à criança condições para abordar com
sucesso a etapa seguinte.
Avaliar é um ato pedagógico que requer uma atitude e um saber
específico que permitam desenvolver estratégias adequadas, tendo em conta os
contextos de cada criança e do grupo no respeito pelos valores de uma pedagogia
diferenciada. Neste sentido, compete ao educador:
Utilizar técnicas e instrumentos de observação e registo
diversificados que possibilitem sistematizar e organizar a informação recolhida
(registos de observação, portefólios, questionários, entrevistas, cadernetas
informativas…), permitindo “ver” a criança sob vários ângulos de modo a poder
acompanhar a evolução das suas aprendizagens, ao mesmo tempo que vai fornecendo
ao educador elementos concretos para a reflexão e adequação da sua intervenção
educativa.
Comunicar aos pais e encarregados de educação, bem como aos
educadores/professores o que as crianças sabem e são capazes de fazer, através
de uma informação global escrita das aprendizagens mais significativas de cada
criança, realçando o seu percurso, evolução e progressos.
Importa salientar que a avaliação comporta vários momentos:
planificação, recolha e interpretação da informação e adaptação das práticas e
processos que serão objeto de reformulação sempre que necessário.
A avaliação, considerada uma componente integrada do currículo da
Educação Pré-Escolar, envolve momentos de reflexão e decisão sobre o projeto
pedagógico/curricular.
Tendo como principal função a melhoria da qualidade das
aprendizagens, a avaliação implica, no quadro da relação entre o jardim de
infância, a família e a escola, uma construção partilhada que passa pelo
diálogo, pela comunicação de processos e de resultados, tendo em vista a
criação de contextos facilitadores de um percurso educativo e formativo de
sucesso.
animais que hibernam e animais que não hibernam.
a Margarida e a Mariana, reponsáveis pela tarefa de dar comida à tartaruga, estranharam a nossa tartaruga não comer e a estar muito quietinha, "parece que está a dormir" dizia a Mariana M.
o que é que se passa?
estará a hibernar? foi o que tentamos saber
experiência com gelo
A área do Conhecimento do Mundo enraíza-se na curiosidade natural
da criança e no seu desejo de saber compreender porquê. Curiosidade que é
fomentada e alargada na educação Pré-escolar através de oportunidades de
contactar com novas situações que são simultaneamente ocasiões de
descoberta e de exploração do Mundo (Ministério de Educação, 1997: 79).
como é que se escreve a palavra Natal?
As crianças no jardim de infância contactam diariamente com o código escrito, tendo por isso, já contruido algumas ideias sobre a escrita, o que não pode ser ignorado, por isso defendemos que a atividade educativa deve organizar-se a partir de experiencias reais, concretas e significativas das crianças.
Não se pretende fazer uma abordagem formal à leitura e à escrita, mas sim promover o interesse pela escrita, procurando valorizar sempre os conhecimentos que as crianças já adquiriram, alimentando o prazer da descoberta e a curiosidade, numa vertente ludica.
Até há bem pouco tempo atrás, defendia-se que só se podia pedir às crianças para escreverem depois de serem alfabetizadas, contudo, sebe-se hoje, que muito antes da entrada para a escola, as crianças desenvolvem competências significativas nesta área, começam por fazer tentativas de escrita, imitam letras, escrevem sequencias de letras a que atribuem significado, depois começam a pensar na escrita e nos sons de cada letra procurando fazer a correspondência entre o oral e o escrito.
o que vos mostramos em seguida é isto tudo e mais ainda...
quando fizemos o nosso plano do que queremos fazer no Natal

Não se pretende fazer uma abordagem formal à leitura e à escrita, mas sim promover o interesse pela escrita, procurando valorizar sempre os conhecimentos que as crianças já adquiriram, alimentando o prazer da descoberta e a curiosidade, numa vertente ludica.
Até há bem pouco tempo atrás, defendia-se que só se podia pedir às crianças para escreverem depois de serem alfabetizadas, contudo, sebe-se hoje, que muito antes da entrada para a escola, as crianças desenvolvem competências significativas nesta área, começam por fazer tentativas de escrita, imitam letras, escrevem sequencias de letras a que atribuem significado, depois começam a pensar na escrita e nos sons de cada letra procurando fazer a correspondência entre o oral e o escrito.
o que vos mostramos em seguida é isto tudo e mais ainda...
quando fizemos o nosso plano do que queremos fazer no Natal
quando conseguimos em grupo descobrir como se escreve Natal, alguns meninos disseram
- podemos escrever agora na nossa folha?
no fim a Bárbara quis escrer muitas vezes....
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